Na Rua do Pinheiro

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Mensagem de Ano Novo 2014

Desejo que o ano de 2015 vos traga muitos livros!









Que ler seja para todos uma aventura!



















Que ler seja um prazer e uma aprendizagem!













Que a leitura vos absorva completamente!















Que se sintam bem rodeados de livros!
















Que em cada livro façam uma descoberta!















Que a leitura vos ensine a partilhar!















Que corram para a biblioteca como se fossem para uma festa!







Tenho a certeza que, se assim for, terão um



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Verdadeiro Natal




















Vai anjo pelas colinas
Vai dizer para Belém
Que as crianças estão felizes
Que as crianças estão bem

Venham pastores do deserto
E sussurrem a Jesus
Que as crianças sorriem
Que o seu olhar reluz

Que os magos cheguem depressa
Junto da Virgem Maria
E contem que as crianças
Crescem com muita alegria

E aquela estrela brilhante
Que sobre a cabana assome
Informe que as crianças
Não passam frio nem fome.

E que o brilho dessa estrela
Se espalhe pela terra
A anunciar que as crianças
Não sabem o que é a guerra

Então sim, dobrem os sinos
Nesta quadra especial
E vamos todos brindar
Ao verdadeiro Natal!

                                       Eugénia Edviges
Que todas as crianças tenham um Natal repleto de alegria!

Um grande xi-coração

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Literatura dos Melhores Escritores do Mundo (Cont.) O Náufrago

Capítulo escrito e ilustrado pela turma da professora Adelaide


Pérola e Rubi brincavam no jardim do Coral Azul. Aproveitavam o dia radioso, após uma noite de tempestade, tempestade essa, que tinha sido terrível. Estavam contentes por a manhã não estar tempestuosa. Brincavam com alegria. As suas gargalhadas ecoavam pelo mar dentro.Por fim, pararam a descansar num banco de coral que havia no jardim.
De repente, diz o Rubi:
- Pérola, senti alguma coisa a tocar na minha cabeça.
Sabes, as correntes estão fortes e empurram tudo à sua frente.
Olharam para trás e viram uma garrafa que brilhava entre as rochas, com o sol a bater-lhe.
Rubi diz:
- Repara, está um papel dentro da garrafa. Vamos ver o que é?
- Vamos ver. Pode ser um mapa de um tesouro.
Tiraram a rolha à garrafa e retiraram o pergaminho de dentro.
Abriram o pergaminho. Era realmente um mapa e tinha umas letras escritas.
O mapa tinha o seguinte enigma:


















- Rubi, acho que não é um mapa de um tesouro mas alguém a pedir ajuda e deve estar preso numa ilha.
- Acho que sei quais são as ilhas! São as ilhas que ficam para além do vulcão.
- Como os poderemos salvar? – Pergunta Pérola, muito preocupada.
- Pérola, ao largo da praia há sempre um barco de pescadores. Eles poderão salvar o náufrago.
- Mas eu não quero que eles me vejam!
Dirigiram-se ao barco que tinha um bote pendurado ao lado do casco.
- Vou roer as cordas do bote sem os pescadores me verem. Depois levarei o barco até à ilha onde está o naufrago. - disse Rubi.
Assim fez. Roeu as cordas, o bote caiu na água e agarrando na ponta, puxou-o em direcção à ilha.
Passaram pela casa do doutor Tentáculo que os ajudou.
Deixaram o bote junto à ilha e afastaram-se para ver o que o náufrago fazia.
- Milagre! - Gritou o náufrago tão alto, que Pérola, Rubi e o doutor Tentáculo conseguiram ouvir.

Viram o náufrago entrar no bote, dando gritos de alegria!

Remou, durante algum tempo, com os remos que estavam no fundo do bote até ao sítio onde estavam os pescadores que, quando o viram, o puxaram para dentro do barco.
Estavam felizes por terem feito uma boa acção. Tinham ajudado o náufrago sem ser necessário mostrarem-se. Tudo fica bem quando acaba bem! - Estou tão contente, que desta vez irei brincar convosco para o jardim do Coral Azul. – Disse o doutor Tentáculo.










Um grande xi-coração

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Regresso de Florença

Desculpem só agora escrever esta mensagem depois da minha vinda de Florença. Tenho andado atarefada a contar histórias sobre o meu livrinho " O Pai Natal Existe" a várias turmas do Centro Escolar de Benavente.
Mas voltando a Florença, como eu esperava, a cidade extasiou-me e vim mais rica, não de dinheiro, mas de conhecimento. Reparem:















A famosa Fonte de Neptuno, de Ammannati. Soberbo!
















Foto onde se vê parte da fachada da Catedral de Florença, a entrada do Baptisfério, e o impressionante Campanário. Tudo em mármore de Carrara (branco), mármore de Prato (verde) e mármore de Marema (rosa). Impressionante e gigantesco!
















Frente ao Palácio Velho estão estas duas estátuas: a da esquerda é uma réplica de David, de Miguel Angelo, a da direira é Hércules e Caco, original de Bandinelli. O original de David encontra-se no Museu da Academia, que eu tive a felicidade de visitar. O original tem 5 metros de altura. Mais uma vez fiquei de boca aberta.















Do miradouro que fica na Praça Miguel Ângelo obtem-se uma paisagem sobre a cidade de Florença. Ao fundo a Catedral e o Campanário. Fantástico!

















A Ponte Veccio (Ponte Velha) é a mais antiga da cidade. Foi a única a sobreviver à guerra. Os nazis acharam que a ponte era bela demais para ser destruída. Tem três arcadas, ladeada de casas pequenas que hoje são lojas- laboratórios de ourives, mas antigamente eram lojas de carniceiros. No centro das arcadas abre-se um largo, com o miradouro para os dois lados do rio Arno. Espantoso!
















É verdade! Vi a Pietá de Miguel Ângelo! Está no Museu da Catedral. Foi esculpida entre 1550 e 1553. Também tive a grande oportunidade de apreciar O Nascimento de Vénus e A Primavera de Boticelli. Deslumbrante!



















Como ficavam perto dei um saltinho à aldeia mais medieval da Toscana, S. Gimiagno, a Siena e a Pisa. Aqui tentei endireitar a Torre, mas em vão.















Tinha de subir a Torre! 380 degraus! Mas valeu a pena. Pisa também é uma cidade linda. Na imagem vê-se parte da Catedral de Pisa, que fica ao lado da Torre.

E pronto! Sabem, tirei milhentas fotos e só me dá vontade de vos mostrar todas. Florença é arte na rua. A província da Toscana é linda. Definam como objectivo na vossa vida uma visita a Florença! Não se irão arrepender. Também ficarão mais ricos... de conhecimento.

Clikem nas fotos para as verem ampliadas.

Um grande xi-coração!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Firenze

Só tenho o tempo suficiente para me despedir.
Parto amanhã para Florença, o berço do Renascimento. Devem calcular o meu entusiasmo!
Até dia 13 de Dezembro.

Um grande xi-coração

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Literatura dos Melhores Escritores de Mundo (Cont.) O Exército do Mar

Capítulo escrito e ilustrado pela turma da professora Fernanda - freguesia da Barrosa


Num certo dia estava Pérola à janela a admirar o fundo do mar que rodeava a sua gruta e a cumprimentar todos os peixinhos seus amigos e vizinhos que por lá passavam, quando ao longe viu aproximar-se o Monstro Bizarro.
Pérola reparou que ele vinha apressado e muito aflito. Alguma coisa de estranho se passava com o seu amigo Monstro…
- Vou chamar o Rubi que está a brincar no jardim do Coral Azul. E assim fez.
Quando o Monstro se aproximou deles, perguntaram ao mesmo tempo:
- Monstro Bizarro, que te aconteceu para vires tão preocupado?
O Monstro que estava tão exaltado, disse:
- Pérola, temos de agir rapidamente. Há dois dias que tenho assistido a uma coisa horrível: há mergulhadores que andam a roubar peixinhos pequenos, corais dos recifes e o meu querido tesouro que o pirata me pediu para guardar.
Rubi respondeu:
- Isso não pode acontecer. Temos de arranjar uma solução. Os peixes pequeninos têm que se tornar adultos para se reproduzirem, os corais são uma grande riqueza dos oceanos, são milhares de seres vivos que têm que ser preservados.
Pérola acrescentou, indignada:
- O teu tesouro não pode ser roubado, o barco pirata é a tua casa e o tesouro está à tua guarda. Vamos pôr mãos à obra e arranjar uma solução para o problema.
O Monstro Bizarro ficou mais aliviado uma vez que Pérola e Rubi iriam ajudá-lo.
- Vamos para a minha casa na gruta que é espaçosa e vamos pensar no que havemos de fazer.
Sentaram-se ao redor da mesa da cozinha a olharem uns para os outros, à espera de terem uma brilhante ideia.
-Descobri! Exclamou o Monstro Bizarro.
Pérola e Rubi olharam para ele admirados.
- Diz depressa! – responde Pérola entusiasmada.
O Monstro Bizarro explicou então:
- Vamos pedir ajuda aos nossos amigos do mar para atacarem os mergulhadores!
- A quem devemos pedir ajuda? Disseram em coro Pérola e Rubi.
O Monstro responde:
- Ao peixe balão porque consegue inchar o corpo e rebentar, mandando os seus picos com muita força; à alforreca que provoca alergias e queimaduras na pele; ao peixe-agulha porque pode picar o rabo aos mergulhadores; ao choco porque deita tinta que impedirá os mergulhadores de verem em seu redor e à enguia eléctrica que lhes dará uns belos choques que os deixam com os cabelos em pé.
- Boa ideia!- diz Rubi .
Vou emitir os meus gritos característicos para chamar o nosso exército!
E assim fez.
Passado algum tempo, todos aqueles animais apareceram à porta da gruta. Eram muitos.
Pérola diz:
- Vamos conseguir afastar os mergulhadores com a ajuda do nosso exército particular.
Em pouco tempo Pérola, Rubi e o Monstro explicaram o que se passava.
Era preciso agir.
- Monstro Bizarro diz-nos onde se encontram os tais mergulhadores que iremos atacar.
Seguiram o Monstro Bizarro ao sítio onde ele tinha visto os mergulhadores.
Quando lá chegaram organizaram-se:
-Já tenho o meu bico afiado! disse o peixe-agulha.
- Vou expelir a minha tinta, que eles vão ficar sem visão!- disse o Choco.
- Estou preparada para lhes dar choques eléctricos! - disse a Enguia Eléctrica
Pérola e Rubi esconderam-se atrás de umas rochas do mar a verem a luta que se iria travar.
Mal os mergulhadores chegaram, o peixe balão, a alforreca, o peixe-agulha, o choco e a enguia eléctrica actuaram rapidamente.
Quando se viram atacados de todos os lados, por aqueles animais soldados marinhos, que vieram em defesa das riquezas do mar, logo pensaram em fugir. Era melhor sobreviverem do que ficarem magoados ou feridos. Logo viram que não conseguiriam roubar tudo o que queriam, pois os animais que zelavam pelo fundo do mar não lhes dariam hipótese.
Pérola, Rubi e o Monstro Bizarro ficaram contentes ao verem os mergulhadores fugirem e assim o espaço que era deles e de todos os que lá habitavam, voltou ao normal.
- Agora que já estamos descansados, vamos para minha casa que eu lhes irei servir um apetitoso lanche. – disse Pérola.
- Não, não! – disse o Monstro Bizarro. Por me terem ajudado eu levo-os para o meu barco pirata para comemorarmos a nossa vitória!
Ficaram radiantes.
Mais uma vez tudo acabou em bem!


Um grande xi-coração!